José Rodrigues dos Santos, considerado o "Dan Brown" português, acaba de lançar "O Último Segredo", considerado já um livro muito controverso pelos temas que aborda.
Informações: Edição/reimpressão:
Páginas:564
Editor:Gradiva Publicações
ISBN:9789896164461
Sinopse: Uma paleógrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, o Codex Vaticanus. A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pelo assassino ao lado do cadáver.
A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajuda-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as transcendia.
Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento. A verdadeira identidade de Cristo.
Baseando-se em informações históricas genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance, O Último Segredo desvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das Escrituras.
«A inspectora esboçou um esgar inquisitivo. “Erros? Que erros?” O historiados susteve-lhe o olhar. “Não sabia? A Bíblia contém muitos erros.” “O quê?” Tomás girou a cabeça em redor, procurando certificar-se de que ninguém o escutava. No fim de contas encontrava-se em pleno Vaticano e não queria desencadear nenhum incidente. Viu dois sacerdotes junto à porta que conduzia à Leonina, um deles devia ser o prefetto da biblioteca, mas concluiu que a distância era suficientemente grande e não corria o risco de ser escutado. Inclinou-se, mesmo assim, para a sua interlocutora e numa postura de conspirador preparou-se para partilhar com ela um segredo com quase dois milénios. “São milhares de erros a infectar a Bíblia”, murmurou. “Incluindo fraudes.”»
Críticas de imprensa
«Melhor do que Dan Brown.» Tros Nieuwsshow, Holanda
"Há pouco tempo atrás, Eragon - Aniquilador de Espectros, Cavaleiro de Dragão – não era mais que um pobre rapaz fazendeiro, e o seu dragão, Safira, era apenas uma pedra azul na floresta. Agora o destino de toda uma sociedade pesa sobre os seus ombros.
Longos meses de treinos e batalhas trouxeram esperança e vitórias, bem como perdas de partir o coração.
Ainda assim, a derradeira batalha aguarda-os, onde terão de confrontar Galbatorix. E, quando o fizerem, têm de ser suficientemente fortes para o derrotar. São os únicos que o podem conseguir. Não existem segundas tentativas.
O Cavaleiro e o seu Dragão chegaram até onde ninguém acreditava ser possível. Mas serão capazes de vencer o rei tirano e restaurar a justiça em Alagaësia? Se sim, a que custo? "
Este é o final da Saga da Herança, muito aguardado em todo o mundo por uma legião de fãs ansiosos.
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Em concreto, é um monte de folhas escritas, encadernadas.
Para a maioria da população, algo sem sentido, que aborrece, que desperdiça tempo...
Para o grupo restrito a que eu me orgulho de fazer parte, um livro é uma aventura, um destino marcado, um romance perdido, um mundo novo e empolgante... no fim, um livro é tudo o que sonhámos na infância. Um lugar onde nos pudemos refugiar e viver os nossos sonhos.
Ler desenvolve o nosso intelecto, desenvolve a nossa maneira de julgar e pensar, a nossa personalidade. Estamos num planeta muito belo, é verdade, mas também com o seu lado negro. Enquanto criança, os livros ensinaram-me tanto a enfrentar os meus medos como me mostraram um lugar onde poderia refugir-me.
A todos os autores, Obrigado. Todos vós me fizeram crescer sem deixar de sonhar e imaginar. Ás vezes, comparo-me um pouco com o próprio narrador do "Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry tentando, inutilmente na maioria das vezes, perceber os Adultos.
Obrigado, a todos vocês que nos têm vindo visitar, mantendo viva a minha esperança de que os leitores portugueses aumentam em vez de se desaparecerem.
Pedro.
"O mais belo triunfo do escritor é fazer pensar os que podem pensar." Eugène Delacroix
"Ler fornece ao espírito materiais para o conhecimento, mas só o pensar faz nosso o que lemos." John Locke
"Saber ler é acender uma luz no espírito." Pearl Buck
Autor - Ken Follet Género - Romance Histórico Páginas - 608 Editora - Editorial Presença
Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição.
Opinião : " Nada é sagrado" era o que estava escrito na apresentação da série. E não podia haver uma afirmação que representa-se melhor a história na sua totalidade. Arrependo-me veemente de ter visto primeiro a série televisiva, apesar de obviamente haver muitas diferenças com o livro. Acho que esta história teria me marcado ainda mais se não conhecesse, no fundo o "esqueleto" ,todos os segredos, e todas as personagens. O suspense perdeu-se. Esta é uma obra que nos leva ao séc. XII na Inglaterra, ao período de instabilidade política, e guerras civis que ficou conhecido como " Anarquia". No centro da obra está a construção de uma catedral. Um tema muito interessante na minha opinião, e que me fez reflectir. No entanto tive algumas dificuldades na visualização de todo o espaço e por isso todas as descrições da catedral, e toda a arte nela, foram um pouco cansativas para mim. Em torno dela giram conspirações, por um lado há quem a queira construir, por outro há quem tenha todo o interesse em que não aconteça por razões políticas e pessoais. Há também um mistério em torno da morte de um homem inocente, em que estão envolvidos personagens que se tornaram poderosos após esse acontecimento. E claro existe a história de amor, muito bem desenvolvida, de maneira natural. Deparamo-nos com uma corrupção e crueldade imensa no seio da Igreja; poderosos bispos e ambiciosos padres e arcediagos têm as mão manchadas de sangue, sangue de inocentes. Absolvem pecados horríveis em nome da ambição e poder. Para grande parte os fins justificam os meios. Mas no fim, conseguimos ver restos de humanidade, e arrependimento em alguns personagens que não julgaríamos possível. Num dos personagens mais cruéis e diabólicos há a sugestão de maus tratos psicológicos, de indução de medo na infância que contribuíram para a criação de um monstro. Assim considero todos os personagens muito humanos. Penso que o ultimo capitulo deveria ter acabado dentro da Catedral, dentro do sonho de Tom e Jack. Afinal a história girou em torno dela, e o último parágrafo podia ter sido com palavras que ficariam a ressoar muito após fecharmos o livro. Fé, amor, ambição, poder, corrupção, perseverança, luta e triunfo são algumas palavras com que posso descrever este maravilhoso romance Histórico.
Personagens favoritos - Philip ( pela sua humildade, bondade e capacidade de perdão que emociona), Jack (pela sua inteligência, curiosidade e inocência), Aliena (pela sua força e coragem), Ellen e Thomas Becket Avaliação- 8/10