A tão famosa saga "Harry Potter" que encantou tantos jovens e adolescentes (e até adultos) vai ser relançada com novas capas.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Senhor dos Anéis - Irmandade do Anel - J.R.R. Tolkien
Nº de páginas: 434
Autor: J. R. R. Tolkien
Género: Fantasia
Resumo:
Em tempos remotos, Sauron tentou dominar a Terra-Média graças ao poder do seu anel. Mas após ser derrotado numa mítica batalha, o anel foi considerado perdido durante centenas de anos. Agora, através de um golpe do destino, o anel do poder foi encontrado e entregue a um hobbit chamado Frodo. Quando Gandalf, um sábio feiticeiro, confirma que este é o anel de Sauron, Frodo tem de partir numa demanda até ao monte Doom para o destruir. Com o intuito de o ajudar, é organizada uma irmandade constituída por dois homens, um elfo, um anão, um feiticeiro e quatro hobbits. Juntos vão enfrentar inúmeros perigos em prol da salvação da Terra Média...
Opinião:
Para dizer a verdade, não sei muito bem como começar a dar a minha opinião sobre este livro.
Primeiro facto que deve ser relatado é que este é um livro muito complexo e que, por isso mesmo, pode tornar algumas partes um pouco mais cansativas de ler.
Segundo facto, o autor tinha um grande amor pelo mundo que criou e isso nota-se principalmente nas descrições. Tolkien faz descrições de páginas e páginas para que o leitor fique com o mundo, os castelos, os caminhos, completamente memorizados e perfeitos. Poucos escritores conseguem transparecer este amor pelas personagens, cenários...
A Irmandade Do Anel é um livro grande, cheio de descrições e, talvez, com falta de cenas de acção (apesar de que as existentes serem muito satisfatórias). Tolkien é um escritor embalador, com um ritmo lento e calmo, apenas alternando algumas vezes com as cenas de acção. Devo admitir que gostei muito do livro, principalmente de certas partes (como Rivendell) que nos deixam quase anestesiados, e sentimos aquela vontade de voar para dentro do livro. Mas, apesar destas partes, as descrições são muito cansativas chegando, algumas, a ter páginas e páginas, a tal ponto, que nos perdemos e temos de voltar atrás. Não é um livro para ler num fim-de-semana nem numa semana; deve ser lido devagar, calmamente e só quando queremos realmente ler.
Frodo é um Hobbit (espécie parecida com a humana mas com estatura baixa e pés grandes e peludos). Vive em Hobbiton com o tio Bilbo, que encontrou o Anel Um. É uma personagem afável, respeitadora e adora viajar. Um personagem que pode ser comparável com muitas de outros livros lançados depois do Senhor dos Anéis.
9/10
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Reflexões
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Fernando Pessoa
BestFantasyBooks.com
Um bom site onde podem descobrir grandes livros de fantasia e ficção científica, com listas detalhadas dos melhores livros na opinião do autor e recomendações.
http://www.bestfantasybooks.com/index.html
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Dance With Dragons - George R. R. Martin
A Saída de Emergência já anunciou a data de lançamento do novo livro da colecção Crónicas do Gelo e do Fogo. A Dança dos Dragões sairá a 9 de Setembro deste ano!
sábado, 28 de maio de 2011
Rapariga de 13 anos - ONU
Apesar deste vídeo já ser antigo e não ter nada haver com livros, achei este depoimento arrepiante. Uma rapariga de 13 anos chamada Sevem Suzuku surpreendeu os representantes da ONU na conferência que definiria o Protocolo de Kyoto. Tirem a vossa lição disto.
A Quinta dos Animais - George Orwell
Informações
Nº de páginas: 156 (incluí 2 apêndices no fim e informações adicionais no inicio do livro)
Autor: George Orwell
Género: Sátira
Resumo:
À primeira vista, este livro situa-se na linhagem dos contos de Esopo, de La Fontaine e de outros que nos encantaram a infância. Tal como os seus predecessores, Orwell escreveu uma fábula, uma história personificada por animais. Mas há nesta fábula algo de inquietante. Classicamente, atribuir aos animais os defeitos e os ridículos dos humanos, se servia para censurar a sociedade, servia igualmente para nos tranquilizar, pois ficavam colocados à distância, «no tempo em que os animais falavam», os vícios de todos nós e as sua funestas consequências. Em A Quinta dos Animais o enredo inverte-se. É a fábula merecida por uma época - a nossa época - em que são os homens e as mulheres a comporta-se como animais.
Opinião:
Comprei este livro por influência de um amigo entendido no assunto. Não conhecia o autor (não me chamem ignorante) nem as suas obras.
A Quinta dos Animais é um dos livros mas simples e complexos que li. Uma história Simples, uma mensagem Complexa pois, apesar de o autor o ter escrito a pensar na URSS e na sociedade da altura, o livro é tão actual como era. Todas as pessoas deveria ler este livro pois ensina uma lição muitas vezes esquecida.
Napoleão representa Estaline da URSS. É o antagonista do livro. Os porcos, depois da revolta dos animais que vivem na quinta, ficam no controlo. Napoleão e Bola-de-Neve são os dois porcos mais inteligentes e fortes mas discordam em tudo. A primeira parte da história desenrola-se entre estes dois até que acontece uma coisa que pára esta disputa.
Trovão é um cavalo Preto incrivelmente forte e belo. Esta personagem representa o Povo. Ele aceita e acredita em tudo o que dizem os porcos pois vê-los como seus superiores mas, os animais da quinta defendem que "todos os animais são iguais". Pormenores como este fazem-nos reflectir sobre o nosso passado e o nosso presente. Sobre a própria Política, daí ser tão actual.
Eu, pessoalmente, acho que o livro poderia ser de leitura obrigatória nas escolas mesmo que, a obrigação, tire a magia aos livros. Mas poderia ser que os jovens aprendessem alguma coisa para não cometer os erros do passado.
Citações Favoritas:
- "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros"
- "Os animais (...) olharam dos porcos para os homens, dos homens para os porcos, e novamente dos porcos para os homens: mas já era impossível distinguir-los uns dos outros."
Avaliação:
8/10
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